Apagão global? Entenda eclipse solar anular que ocorre nesta terça (17)
Fenômeno astronômico é real, mas não causa riscos e não afeta energia; veja locais em que evento poderá ser observado.
O evento não provoca interrupções no fornecimento de energia, falhas tecnológicas ou colapsos em sistemas de comunicação, como afirmam publicações alarmistas na internet.
O eclipse solar anular ocorre quando a Lua se posiciona entre o Sol e a Terra, mas está em um ponto mais distante da órbita. Por isso, ela não cobre totalmente o disco solar. O resultado é a formação de um círculo luminoso ao redor da Lua, conhecido como “anel de fogo”. O evento dura apenas alguns minutos.
Apesar do visual impressionante, trata-se apenas de um espetáculo astronômico – sem qualquer ameaça à população.
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Existe algum risco para a população?
Especialistas reforçam que o termo “apagão global” é incorreto. O eclipse é um evento natural, previsível e monitorado por observatórios astronômicos, sem qualquer impacto em sistemas elétricos, satélites, telecomunicações ou infraestrutura.
Não há risco físico, tecnológico ou ambiental associado ao fenômeno.
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O eclipse será visível no Brasil?
Não. Segundo o Observatório Nacional, vinculado ao Ministério da Ciência, o eclipse solar anular poderá ser observado apenas em regiões próximas à Antártida e em áreas específicas da África e da América do Sul. O Brasil não está na faixa de visibilidade do fenômeno.
Entretanto, o próximo evento previsto para ser observado em território brasileiro já tem data para ocorrer: um novo eclipse solar está previsto para 6 de fevereiro de 2027 e, segundo o observatório, vai passar raspando no Brasil e, no Rio de Janeiro, a faixa de anularidade estará no mar.
